Escola em tempos de internet

A internet possibilitou uma aprendizagem social e instantânea, reforçando a ideia de mudança nos conteúdos e nas instrumentações pedagógicas O DIA Rio - Faz dias, um professor contou-me acerca de uma experiência que fizera com seus alunos, na ...

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Inclusão escolar: direito ou serviço?

Quando o ponto principal de toda a educação for a qualidade do trabalho pedagógico, poderá ser possível ver a inclusão como um direito materializado nas escolas O DIA Rio - As escolas particulares de Santa Catarina foram autorizadas a cobrar taxa extra no ...

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Uma gestão para a diversidade

  Uma gestão para a diversidade Publicado por Redação |  16 de fevereiro de 2016 ENSAIO | Edição 206  Com a aprovação da Lei Brasileira de Inclusão, instituições de ensino deverão eliminar todas as barreiras que levam à ...

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Volta às aulas no país das crises

Hoje, a escola deve ser um lugar de gestão social, na qual se vislumbram alternativas perante desafios e empecilhos   O DIA   Rio - O início de um período letivo proporciona sempre novas expectativas para pais, alunos e mestres. Entretanto, este ano, as ...

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Eugênio Cunha: Sucesso no Enem e na vida

30/01/2016 00:07:41   Os egressos das escolas públicas, que representam a maioria do alunado do Ensino Médio, passam a representar uma minoria no que tange ao acesso às universidades públicas  O DIA   Rio - Em tempos de Enem, é ...

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Eugênio Cunha: Valorizar o professor para alfabetizar

Rio - O Dia Mundial da Alfabetização é celebrado hoje. A data foi instituída pela ONU e pela Unesco com o propósito de promover a alfabetização no mundo e despertar a conscientização na comunidade internacional para um compromisso com a Educação. No Brasil, são ...

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Autismo na escola

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As reformas ocorridas nas políticas de educação no Brasil nos últimos anos deram incontestável ênfase ao exercício docente, na perspectiva de ...

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Afetividade na prática pedagógica

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Pode não parecer científico falar sobre o amor. Pode não ser cientifico, mas é pertinente diante de uma sociedade carente de ideais. ...

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Afeto e Aprendizagem

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O que é mais importante neste século: ensinar ou semear no educando o desejo de aprender? Decerto, quando semeamos o amor, ...

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Autismo e Inclusão

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O autismo tem demandado estudos e indagações, permanecendo ainda desconhecido de grande parte dos educadores. O espectro possui diferentes níveis de ...

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Práticas pedagógicas para inclusão e diversidade

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Este é um livro prático. Ele traz um olhar pedagógico sobre a diversidade discente, contemplando distintas necessidades educacionais ...

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NOTÍCIAS

Rússia no vestibular: teste seus conhecimentos com questões sobre a anfitriã da Copa do Mundo

Guerra Fria, União Soviética, Revolução Russa... O G1 selecionou dez questões de vestibulares passados sobre a Rússia, e professores dão dicas de como se preparar para questões sobre o tema. Teste seus conhecimentos sobre a Rússia com questões de vestibulares antigos G1 Sede da Copa do Mundo de 2018, a Rússia é uma das potências com maior influência diplomática no mundo, e protagonista de diversos eventos históricos que costumam ser pedidos nos vestibulares. Segundo professores ouvidos pelo G1, os assuntos mais frequentes envolvendo a Rússia nas questões das provas são a Guerra Fria, a Revolução Russa e a Segunda Guerra Mundial. No Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os assuntos de história do Brasil costumam ser mais predominantes do que história geral e, por isso, não há cobranças específicas citando a Rússia na matriz de referência. Porém, os professores Rui Calaresi e Fernando Rodrigues, que dão aulas de geopolítica e história, respectivamente, no Cursinho da Poli, explicam que há uma série de habilidades exigidas pelo Enem que podem vir a citar o tema de alguma forma. Veja abaixo: Competência 1, habilidade H3: associar manifestações artísticas com processos históricos Competência 2, habilidade H7: identificar os significados histórico-geográficos das relações de poder entre as nações Competência 3, habilidade H13: analisar a atuação dos movimentos sociais que contribuíram para mudanças ou rupturas em processos de disputa pelo poder Competência 3, habilidade H14: comparar diferentes pontos de vista, presentes em textos analíticos e interpretativos, sobre situação ou fatos de natureza histórico-geográfica acerca das instituições sociais, políticas e econômicas Competência 3, habilidade H15: avaliar criticamente conflitos culturais, sociais, políticos, econômicos ou ambientais ao longo da história "Os principais vestibulares, quando abordam Rússia, o fazem principalmente quanto ao momento da Guerra Fria, quando o que existia era a URSS", explica Rui Calaresi. Por isso, questões sobre a corrida espacial e a Organização das Nações Unidas podem explorar a tensão armamentista e a bipolarização do mundo naquele período. Mas as provas também abordam os aspectos geopolíticos da Rússia atual, "como os conflitos com Geórgia e Ucrânia, os problemas internos de ordem separatista como a Chechênia e as relações entre a Rússia e o Ocidente", cita ele. Outra questão recente é a atuação da Rússia na guerra da Síria, ao lado do presidente sírio Bashar al-Assad. Segundo Fernando Rodrigues, para os estudantes compreenderem os temas envolvendo a Rússia "é pré-requisito valioso" conhecer os itens principais sobre a ideologia marxista para poder compará-la com o "capitalismo liberal democrático do Ocidente", principalmente nos Estados Unidos. Ele resume a proposta marxista em quatro pilares: revolução de vanguarda, luta de classes, ditadura do proletariado e comunismo. Copa e União Soviética Já o professor Fábio Romano, especialista da Pearson Brasil, ressalta que "falar de Rússia antes de 1990 é falar de União Soviética" e, consequentemente, da Guerra Fria. Ele diz, ainda, que um episódio entre Brasil e União Soviética, que se enfrentaram na Copa de 1958, entrou para a história. "O Brasil venceu e essa vitória foi uma espécie de 'marco' daquele Mundial, pois os soviéticos, por conta da Guerra Fria e seus 'segredos', eram tomados como 'máquinas produzidas para vencer'", contou Romano. "Naquele contexto, isso exercia uma pressão psicológica enorme sobre os adversários, e não foi diferente com o Brasil. Passar pelos soviéticos deu credibilidade à seleção brasileira, que venceria o mundial pela primeira vez." Rui Calaresi lembra que, quando o assunto é Copa, o "candidato deve abordar o tema em seus estudos de forma abrangente, relacionando os aspectos geopolíticos aos de caráter cultural, econômico, natural, histórico entre outros", com uma leitura crítica do enunciado. "O que se pode explorar são as dimensões territoriais do país e seus desdobramentos: fusos horários, climas, paisagens naturais. Também pode se explorar os sistemas operacionais de transportes e comunicações e sua influência num evento como uma Copa do Mundo", afirmou Calaresi. Veja abaixo uma lista de dez questões de seis vestibulares diferentes, para testar seus conhecimentos. As respostas corretas, segundo os gabaritos oficiais, estão listadas a seguir. 1- Unicamp 2018 Questão do vestibular da Unicamp 2018 pediu aos candidatos conhecimentos sobre a geografia da Rússia Reprodução/Unicamp 2- Uerj 2018 Em 2018, o vestibular da Uerj falou sobre as mudanças que aconteceram depois do fim da União Soviética Reprodução/Uerj 3- Unesp 2015 Na Unesp 2015 caiu uma carta do anarquista Piotr Kropotkin a Lênin, datada de 1920 Reprodução/Vunesp 4- Fuvest 2000 Na edição 2000 de seu vestibular, a Fuvest pediu uma comparação entre as revoluções Francesa (1789) e Russa (1917) Reprodução/Fuvest 5- Enem 2014 No Enem 2014, uma questão de matemática se inspirou na estratégia de russos, americanos, britânicos e alemães durante a Segunda Guerra Mundial para decifrarem mensagens secretas Reprodução/Inep 6- Unesp 2016 Os Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, foi tema de uma questão na Unesp de 2016 Reprodução/Vunesp 7- Fuvest 1998 Na Fuvest de 1998, uma questão pedia que os candidatos conhecessem as consequências do fim da URSS Reprodução/Fuvest 8- FGV Economia 2014 No vestibular para a carreira de economia na FGV, em 2014, um trecho sobre o socialismo após a URSS de 'Era dos extremos', do historiador Eric Hobsbawn, motivou uma das questões Reprodução/FGV 9- Unicamp 2016 Em 2016, a Unicamp incluiu uma comparação feita por Noam Chomsky entre Goebbels e Stalin na prova de inglês Reprodução/Unicamp 10- Uerj 2015 Questão da Uerj 2015 pediu conhecimentos recentes sobre a Rússia e a anexação da Crimeia Reprodução/Uerj RESPOSTAS DAS QUESTÕES: D D B E E C B E D D Initial plugin text

Unicamp: Juiz manda sindicato manter 70% dos funcionários da saúde em atividades durante greve

Parte da categoria está parada há 29 dias para reivindicar alta em salários e benefícios. Universidade propôs votação de reajuste no vale-alimentação por conselho, se houver término de 'paralisações'. O Hospital de Clínicas da Unicamp, em Campinas Fernando Pacífico / G1 Campinas O juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública de Campinas (SP), Mauro Fukumoto, determinou que o sindicato dos funcionários técnico-administrativos da Unicamp (STU) mantenha pelo menos 70% dos trabalhadores da área de saúde em atividade, durante o período de greve. A mobilização da categoria para reivindicar alta em salários e benefícios completa 29 dias nesta terça-feira (19). A decisão do magistrado foi remetida ao Diário de Justiça Eletrônica (DJE) e estipula multa diária de R$ 10 mil ao STU, se houver descumprimento. Além disso, ele prevê penalidade de R$ 5 mil para cada manifestação da categoria com objetivo de impedir acesso ou saída de prédios do campus localizado no distrito de Barão Geraldo, em Campinas (SP). "O percentual [...] determinado na decisão é superior ao verificado em grande parte dos plantões informados nos relatórios [...] Sempre que necessário para cobrir a ausência de servidores foi feito remanejamento de funcionários lotados em outras áreas", diz texto de Fukumoto. Em site oficial, a Unicamp destacou que o chefe de Gabinete da reitoria, Joaquim Murray Bustorff Silva, e o titular da diretoria executiva da área da saúde, Manoel Barros Bertolo, irão orientar os gestores das unidades de saúde a cumprirem a decisão. Além disso, mencionaram contato com as diretorias regionais de saúde (DRS) para solicitar que reduzam o encaminhamento de pacientes com quadros de menor complexidade às unidades de saúde da universidade neste período. O que diz a entidade? O STU confirmou, por meio de assessoria, que foi notificado e o departamento jurídico irá analisar as medidas cabíveis sobre a decisão. A próxima assembleia será realizada no dia 25 e a entidade não soube mencionar reflexos provocados pelo protesto na área da saúde até esta publicação. Reivindicações Os funcionários reivindicam R$ 1,1 mil de vale-alimentação, enquanto a universidade propõe R$ 950, alta de R$ 100 sobre o valor vigente. O item faz parte da pauta específica de demandas. A mobilização também provoca reflexos em bibliotecas, laboratórios e creches. O objetivo da Unicamp é levar a proposta de reajuste no vale-alimentação para análise do Conselho Universitário (Consu), desde que o movimento da categoria seja encerrado. "A proposta somente será submetida às instâncias competentes após o término de eventuais paralisações e também estará condicionada à não realização de qualquer ato que impeça o diálogo entre as partes e o livre acesso às instalações de trabalho no campus. Os demais itens da pauta específica serão discutidos em reuniões agendadas ao longo do ano", diz texto da assessoria. Os docentes da Unicamp não estão em greve, segundo a entidade representativa (ADunicamp). Mobilização Os funcionários iniciaram greve para pleitear aumento de 12,6% nas remunerações, entretanto, o Consu homologou índice de 1,5% diante da situação financeira da universidade, que previa déficit orçamentário de R$ 238,4 milhões antes de considerar a aprovação do reajuste nas contas. O reajuste significa acréscimo de R$ 26,5 milhões em despesas no prazo de um ano, segundo estimativa da Unicamp. A folha mensal de remunerações gira em torno de R$ 170 milhões. Além disso, a universidade admite hipótese de zerar a "reserva estratégica" em 2019. O repasse de ICMS é a principal fonte para financiamento das atividades da instituição - atualmente, ela recebe 2,19% do montante total contabilizado pelo governo paulista. Veja mais notícias da região no G1 Campinas.

Estudantes da rede pública podem se inscrever para programa de intercâmbio da Embaixada dos EUA

Inscrições para o Programa Jovens Embaixadores 2019 vão até 12 de agosto. Cinquenta alunos da rede pública participarão de um intercâmbio de três semanas nos EUA. Turma do programa de Jovens Embaixadores Divulgação A Embaixada dos Estados Unidos abriu inscrições para a décima sétima edição do Programa Jovens Embaixadores, intercâmbio estudantil de três semanas nos Estados Unidos. O prazo vai até 12 de agosto. Estudantes do ensino médio da rede pública brasileira, de 15 a 18 anos, que são exemplos em suas comunidades em virtude de sua liderança e trabalho voluntário, excelência acadêmica e conhecimento da língua inglesa, são convidados a se candidatar. Para saber mais sobre o programa e como se inscrever, Visite o site: www.facebook.com/jovensembaixadores Sobre o Programa Desde 2003, 572 jovens brasileiros já participaram do programa, que tem como parceiros o Conselho Nacional de Secretários de Educação (CONSED), as Secretarias Estaduais de Educação, a rede de Centros Binacionais Brasil-Estados Unidos, além das empresas FedEx, MSD e IBM. O programa conta também com o apoio do Movimento Todos pela Educação e Canal Futura. Atualmente o Programa Jovens Embaixadores é realizado em todos os países do continente americano e conta, ainda, com um programa inverso para jovens norte-americanos representarem os EUA na América Latina.

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